You are currently viewing COMBATE À LEISHMANIOSE | Alerta: apesar de redução, doença precisa ser combatida
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Essa semana a sensibilização contra a Leishmaniose ganha destaque em todo o país. O Ministério da Saúde juntamente com estados e municípios reforçam a discussão sobre as estratégias adotadas para fortalecer a prevenção à doença.

O Encontro tratará sobre o impacto biopsicossocial da Leishmaniose Tegumentar e ações de combate em todo o Brasil. Esse ano por conta da pandemia que requer medidas de segurança para evitar aglomeração as ações de sensibilização sobre a doença serão realizadas de forma virtual.  Os webinários realizados pelo Ministério da Saúde em todo o país de forma virtual seguem até esta quarta-feira 11.

“Teremos um momento para as experiências municipais. E assim será possível trocar experiência e ampliar o trabalho a partir da vivência de cada região”, destacou a coordenadora do Programa Estadual das Leishmanioses do Núcleo de Controle de Zoonoses, Ingrid Gomes.

A Leishmaniose pode se apresentar como visceral, atacando os órgãos internos ou Tegumentar, quando ataca a pele e as mucosas e que é responsável pelos maiores registros no Estado.

Em Roraima os registros de casos têm apresentado redução nos últimos anos, com 429 casos notificados em 2018, 248 no ano seguinte e 253 no ano passado, tendo prevalência na capital, com 430 registros e nos municípios da região sul do Estado, incluindo Pacaraima com 171 registros nos últimos três anos, Caroebe com 97 e Rorainópolis com 56 notificações no mesmo período.

O Programa Estadual das Leishmanioses coordena ações de combate à doença por meio de notificação e investigação de casos.

“O Núcleo realiza também a liberação de medicamento e o acompanhamento do paciente e atua de forma integrada com os núcleos municipais no que refere a coordenação, planejamento, avaliação, supervisão e execução de ações e atividades de vigilância epidemiológica, além da capacitação e assessoramento de profissionais e instituições de saúde para ampliar as ações de prevenção e controle da doença”, disse Ingrid.

Ela reforça que a Leishmaniose Tegumentar causa feridas ulceradas na pele e a prevenção é feita principalmente com a proteção contra os vetores (insetos) nas primeiras horas da manhã e nas últimas horas do dia.

“Se a pessoa observar lesões que não cicatrizam deve procurar o Posto de Saúde mais próximo, para realizar o exame diagnóstico, visto que todas as UBS´s podem realizar o tratamento e acompanhamento dos pacientes de Leishmaniose Tegumentar”, ressaltou.

Escrito por Aymê Tavares
Foto Ascom/Sesau

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