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O fortalecimento das ações de prevenção e combate ao HIV e IST’s (Infecções Sexualmente Transmissíveis) foi o principal tema de uma reunião técnica promovida esta semana pelo Ministério da Saúde, em parceria com a OPAS (Organização Pan-Americana da Saúde) e a UNAIDS (Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids).

O encontro foi realizado nos dias 9 e 10, tendo como finalidade a apresentação de iniciativas combinadas que foram desenvolvidas nos estados do Acre, Rondônia e Roraima, entre 2020 e 2021.

A Coordenadora Geral de Vigilância em Saúde, Valdirene Oliveira, apresentou a situação epidemiológica e as medidas de prevenção de urgência que foram aplicadas no Estado, por meio do Projeto de Prevenção Combinada.

“As ações se concentraram em três municípios, sendo eles Boa Vista, porque concentra grande parcela populacional; Pacaraima e Rorainópolis, que são municípios de fronteira e que possuem um fluxo constante de pessoas. A ideia desse projeto foi o de fortalecer a articulação dessas cidades para nas ações alusivas ao tema e execução de capacitações de lideranças comunitárias e de cooperação técnica no enfrentamento ao HIV e as IST’s”, pontuou.

Aos participantes da reunião, a coordenadora destacou a importância das estratégias implantadas junto às secretarias de saúde e coordenações de vigilância sanitárias dos municípios, como a pactuação de ações prioritárias para a ampliação da oferta de PEP, PrEP, TARV e Autoteste de HIV.

“O nosso trabalho funcionou de forma integrada e queremos fortalecer a realização das testagens para a população, ajudando assim, nas discussões sobre a oferta desses serviços no mesmo contexto da covid-19, com foco nos fluxos de diagnóstico, tratamento e cuidado contínuo”, destacou.

Mais de 70 mil testes rápidos de HIV foram realizados em 2021

Segundo os dados do Núcleo Estadual de Controle de DST/AIDS e Hepatites Virais, 74.540 testes rápidos de HIV foram realizados no ano passado, enquanto em 2020, este número era de 26.208 testes. A realização desse tipo de exame é feita de forma gratuita em qualquer UBS (Unidade Básica de Saúde).

Vale lembrar ainda que a atenção em saúde aos pacientes com HIV é feita pelo Núcleo Estadual de Controle de DST/AIDS e Hepatites Virais, que funciona no SAE (Serviço de Assistência Especializada). A unidade é responsável pelo acompanhamento e tratamento das pessoas vivendo com HIV/AIDS, na Capital, por meio de uma equipe multidisciplinar, além do tratamento que é feito pela Atenção Primária.

No interior, essa assistência é desempenhada pela Atenção Primária dos municípios, sendo que o tratamento direto à patologia pode ser feito em Bonfim, Pacaraima, Rorainópolis, Alto Alegre e Amajari. As demais cidades fazem o acompanhamento, identificação e notificação dos casos.

Texto: Ascom/Sesau
Foto: Ascom/Sesau

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